sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Mobilidade e Acessibilidade Urbana


É sabido a importância em se discutir a educação urbana e a acessibilidade, e no olhar da geografia diferentes abordagens podem ser feitas, a escolha dessa deve-se ao simples fato de o corpo ser a primeira forma de interpretar a ocupação do mesmo. Em outros termos, é a existência física do ser que ocupa, define e adjetiva o espaço. Assim sendo, qual a diversidade dos corpos que ocupam os espaços? Tentando responder essa pergunta de forma coletiva, os estudantes fizeram um percurso dentro da escola de maneira não convencional: alguns vendados, outros com a boca tampada, outros com pernas ou braços amarrados e outros com algodão e faixa no ouvido. A discussão proposta para levantamento de conclusões era a comparação na escala maior, a de uma cidade, como eles reagiriam cotidianamente às limitações e ao espaço produzido e intencionado a certos grupos sociais majoritários estando em uma democracia? As respostas e indignações foram desde o “coitadinho” ao empoderamento e problematização da ampliação da sensibilidade de todos nessa matéria.




Bolsistas:

Roberto da Silva Teixeira
Marcos Vinícius Marcelino de Castro
Leonardo Henrique Freitas Sobreira

Oficina: “Relações entre a instituição UFV e a formação e constituição de Viçosa”

A UFV cumpre um papel importante na manutenção das relações sociais da cidade, implicando na economia, política, na geração de conhecimento e técnicas para o campo e cidade, o que nos leva a necessidade de compreender os processos históricos de constituição das mesmas para compreender o período atual.
A atividade desenvolvida na oficina se dividiu em três etapas: a primeira foi uma visita ao museu histórico (Pinacoteca) com a apresentação do acervo existente sobre personagens considerados dos mais importantes no decorrer histórico da UFV, que contribuíram na construção da universidade e a paisagem existente como plano de fundo do processo. A segunda parte foi uma conversa no gramado que comtemplaria a ocupação privilegiada do espaço físico da universidade, as relações de interdependência campo - cidade - UFV, as “cercas” visíveis e invisíveis das relações sociais “nativo - estudante”, o peso do discurso acadêmico na construção física e imaterial da cultura entre outros. A terceira etapa foi uma caminhada dentro do edifício Artur Bernardes onde os quadros de formandos da antiga ESAV, UREMG e hoje UFV explicitam o perfil dos estudantes e o papel na sociedade, relacionando as mudanças ocorridas na consolidação de ambas universidade e cidade de Viçosa. No fim desse percurso, chegamos perto às quatro pilastras para “amarrar” a discussão vendo o contraste entre o campus e a verticalidade presente na avenida P.H. Rolfs, averiguando o papel do setor privado (principalmente o especulativo imobiliário) na articulação dos interesses com demais atores do interesse social coletivo, e onde se encerram contradições, resistências, lutas e as possibilidades do novo.






Bolsistas: 
Marcos Vinícius Marcelino de Castro
Roberto da Silva Teixeira
Leonardo Henrique Freitas Sobreira

sábado, 5 de setembro de 2015

A Jornada Humana

Foi realizado no dia 26/09/15 uma atividade no colégio ESEDRAT sobre a jornada humana na ocupação das Américas. Apresentamos um documentário da TV Escola ( JORNADA HUMANA – AS AMÉRICAS) ilustrando o que já aprenderam sobre o tema e proporcionando uma roda de debate ao final.

Fica abaixo o documentário apresentado aos alunos!
  


Bolsistas : Gabriel Silva e Márcio Machado



Quiz Geográfico sobre os recursos naturais


No dia 19/08/2015 foi realizado uma atividade extra- classe com os alunos do 3º ano do colégio ESEDRAT.  O objetivo dessa atividade era  fazê-los pensar de onde e como são fabricados tais objetos, o papel do ser humano no processo de aceleração da destruição da natureza, o que são os recursos naturais, como eles se diferem e os mais variáveis modos de produção de energia.
Montamos um ''Quiz Geográfico'' (modelo passa ou repassa), onde os participantes ficavam um de frente para o outro e a cada pergunta o aluno que sabia a resposta acionava o botão (que acendia a lâmpada), quando o mesmo não sabia a resposta podia recorrer aos colegas a partir de normas estabelecidas pelos bolsistas responsáveis. Por fim, a equipe vencedora era premiada com uma nota extra no fim do bimestre.

 Bolsistas: Gabriel Silva e Irani dos Santos